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Em produçãoVocê sabe que tem base forte
em algum lugar. Aqui, onde exatamente.
"Eleitorado fiel", "região de crescimento", "reduto do adversário" — frases que soam estratégicas e não apontam pra nada no mapa. O Território 360 cruza seu histórico eleitoral oficial com dado territorial, ponderado pelo peso real do seu cargo.
A dor
Sem saber em qual zona, bairro ou município a sua votação de fato aconteceu, toda decisão de agenda territorial é aposta. O efeito prático: verba distribuída de forma pareja em vez de concentrada onde rende, e um adversário que já sabe onde crescer enquanto você ainda está perguntando.
O que é
Leitura de onde a sua base está consolidada, onde está mole e onde ainda não existe — cruzando o seu histórico eleitoral real com dado territorial e demográfico, região por região.
Como funciona
- O dado oficial entra. Histórico do TSE por candidato, cargo, ano e território — a camada de dado mais rígida da plataforma, exige URL de fonte oficial e data de referência.
- O peso ajusta por cargo. O mesmo território pesa diferente dependendo do cargo: concentração de voto pra deputado, eleitorado do município pra senador e governador, eleitorado do estado pra presidente.
- A leitura aparece. Território vencido, com margem exata; território em disputa; território nunca seu — cada um com o número que sustenta a classificação.
A metodologia por trás
Território 360 é dado D1 oficial — a camada mais rígida da separação de proveniência que rege toda a plataforma. TSE, IBGE, Câmara, Senado: fonte governamental, com URL e data de referência obrigatórios, nunca misturada na mesma leitura com sinal de rede social (D2) ou inferência de IA (D4) sem declarar a diferença.
Para quem opera campanha — o peso por cargo, com honestidade sobre a fonte
O multiplicador de peso territorial usa geografia eleitoral com base declarada em Barry Ames (1995, 2003) — mas o próprio código é explícito: as constantes numéricas são calibragem de produto, não valores publicados por Ames. O que vem da literatura acadêmica é a forma do índice (como dominância e concentração se relacionam), não os números exatos. Não inflamos citação acadêmica pra parecer mais rigoroso do que somos.
Anti-microtargeting é regra de arquitetura aqui, não checagem manual: nenhuma célula territorial com menos de cinco registros é exibida, e dado que identificaria eleitor individual não entra nem sai do sistema.
O que você vê na tela
Classificação com base em histórico eleitoral oficial do TSE, cargo atual (ilustrativo)
Dado ilustrativo — não é tela real de nenhum cliente.
O que muda na sua eleição
- Agenda de rua decidida por resultado eleitoral registrado, não por instinto de quem grita mais alto na reunião.
- Verba e presença concentradas onde o histórico mostra que rendem, não distribuídas igual em tudo.
- Você identifica território frágil antes do adversário, não depois de perder terreno lá.
Perguntas frequentes
O Território 360 usa dado de eleitor individual?
Não — trabalha com público agregado. Célula com menos de cinco registros é suprimida, nunca exibida.
Candidato estreante, sem histórico eleitoral, fica sem leitura?
Não — nesse caso a plataforma usa IBGE, cluster e demografia como sinal, declarando explicitamente que é leitura sem histórico de voto próprio, nunca escondendo a diferença.
O peso por cargo é uma fórmula publicada academicamente?
A forma do índice se apoia em geografia eleitoral de Barry Ames; as constantes numéricas são calibragem de produto, declarado assim sem inflar autoria.



